As imagens abaixo estamparam a página 194 da revista nova-iorquina Glamour em setembro de 2009. Um retrato da modelo Lizzi Miller, 20 anos, nua e totalmente sem pós-produção.
Na foto a bela Lizzi aparece em toda sua exuberância sem esconder estrias e nem a barriguinha fora dos padrões. Seu rosto não demonstra insatisfação com seu corpo. E, de fato, ela continua linda.
Miller é considerada uma “plus size”, o termo usado pela indústria da moda para as modelos gordinhas, embora suas medidas sejam normais. A repercussão sobre esta foto foi tão grande que a revista voltou abordar o assunto da revolução da imagem do corpo em sua edição de novembro daquele ano.
Nesta ocasião, publicou outra foto com sete lindas mulheres, todas com medidas acima das de modelos que estamos acostumados a ver neste tipo de revista. E eu desafio I DOUBLE DARE YOU, MOTHAFOCKA! quem quer que seja a afirmar que qualquer uma delas seja feia.
Alguém se habilita?




MEUS DEUS! Quero uma gordinha dessas pra mim *-*
O ser humano esquece que cada indivíduo é único – tem metabolismo e constituição física/psicológica/emocional diferentes um do outro! O que acontece é que 90% da população hoje em dia é imediatista e embotada, completamente manipulável e volúvel à massificação promovida pelos meios de comunicação e entretenimento. Para mim, beleza é equilíbrio físico, psíquico e emocional – sempre respeitando a constituição de cada um. Diversidade e pluralidade são muito mais atraentes do que essa homogeneidade estética e estereotipada!
Boicote ao Status Quo da sociedade!
Ótimo post, Kuca!
Muito pertinente seu comentário, LD!
Obrigado.
Issaê, viva as gordinhas! \o/
Sempre é bom ter carne pra beliscar! \o/
Atrevo-me a dizer que o pós-produção da Lizzi nem parece ela!
Na minha profissão me deparo muito com isso, a grande maioria das pessoas que buscam o exercício físico não procuram o hábito de vida saudável, elas desejam a beleza segundo os estereótipos. O problema é que neste caso a ordem dos fatores altera sim o produto. As pessoas deveriam buscar o exercício físico a fim de melhora da qualidade de vida associada a um estilo de vida ativo e aí sim, por consequência – mas com variáveis fisiológicas, neuromusculares e biológicas envolvidas – o corpo pode tornar-se o que a pessoa procura. Sem contar que quem vivencia o hábito de vida ativo e saudável dificilmente o abandonará ou estará desconte em relação ao seu corpo. Mas enquanto o que acontece é o contrário, chegará um momento em que o exercício físico irá deixar de proporcionar o efeito estético desejado, resta então recorrer às clínicas de cirurgia plástica e aguentar as consequências do sedentarismo.