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	<title>Comentários sobre: Vida Trifásica</title>
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		<title>Por: Kuca Moraes</title>
		<link>http://www.kucamoraes.com.br/2009/vida-trifasica/comment-page-1/#comment-309</link>
		<dc:creator>Kuca Moraes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:38:42 +0000</pubDate>
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		<description>Joca,

Realmente o ponto que você acrescentou realmente interessante. Neste livro do &lt;strong&gt;Doctorow&lt;/strong&gt; que eu frequentemente cito, o futuro utópico apresentado por ele conta não apenas com a derrocada do sistema econômico a que estamos acostumados, mas apresenta uma época em que as doenças e a própria morte foram superadas pela humanidade. Como os senhores de &lt;em&gt;Númenor&lt;/em&gt;, os lendários Atlantes e os primeiros homens da Bíblia, os personagens do livro, quando se cansaram do mundo, escolhem a hora de descansar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Joca,</p>
<p>Realmente o ponto que você acrescentou realmente interessante. Neste livro do <strong>Doctorow</strong> que eu frequentemente cito, o futuro utópico apresentado por ele conta não apenas com a derrocada do sistema econômico a que estamos acostumados, mas apresenta uma época em que as doenças e a própria morte foram superadas pela humanidade. Como os senhores de <em>Númenor</em>, os lendários Atlantes e os primeiros homens da Bíblia, os personagens do livro, quando se cansaram do mundo, escolhem a hora de descansar.</p>
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		<title>Por: A Arte de Aprender: os paradigmas da audição de uma aula &#171; O nome é Basso. Joaquim Basso.</title>
		<link>http://www.kucamoraes.com.br/2009/vida-trifasica/comment-page-1/#comment-106</link>
		<dc:creator>A Arte de Aprender: os paradigmas da audição de uma aula &#171; O nome é Basso. Joaquim Basso.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 17:02:37 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Fui lembrado disso quando assisti à palestra de Renato Janine Ribeiro, há duas semanas, em mais uma edição do &#8220;Diálogos Contemporâneos&#8221; (para uma excelente resenha, clique aqui). [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Fui lembrado disso quando assisti à palestra de Renato Janine Ribeiro, há duas semanas, em mais uma edição do &#8220;Diálogos Contemporâneos&#8221; (para uma excelente resenha, clique aqui). [...]</p>
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	<item>
		<title>Por: Joaquim Basso</title>
		<link>http://www.kucamoraes.com.br/2009/vida-trifasica/comment-page-1/#comment-105</link>
		<dc:creator>Joaquim Basso</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 20:33:24 +0000</pubDate>
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		<description>Resenha excelente, Lucas. Eu, que estava na palestra, pude entender melhor alguns pontos que não tinha ligado na hora, no riquíssimo pronunciamento do filósofo (em breve um post no meu blog sobre isso).

Só queria registrar um paralelo genial que captei na palestra, traçado pelo Renato de forma magistral e profética.
Ele mencionou esse ponto do Concorde que vc disse, que me permito repetil-lo com minhas palavras: o homem, um dia, inventou o avião. Ele não passava de 80 Km/h. Uma viagem de Paris para o Egito demorava no mínimo 3 dias. Aos poucos essa velocidade foi aumentando e aumentando até que chegamos na barreira do som. Fez-se, então, o avião supersônico (Concorde) e em um certo momento percebeu-se que não era necessário viajar tão rápido; que não é preciso ir de Londres a Los Angeles em 3 horas, que posso fazer essa viagem em 15 horas. Não há necessidade de &quot;tanto avanço&quot;.
O paralelo, em seguida, traçado pelo palestrante foi genial: a expectativa de vida do homem há alguns anos era de no máximo 40 a 50 anos. Ela só vem crescendo. Hoje, nossa expectativa de vida é de cerca de 70 anos. E isso tende a aumentar - assim como a velocidade dos aviões. &quot;Chegará um momento&quot;, completou Renato, &quot;em que nossa expectativa de vida será tão grande que teremos de optar morrer. Chegará um ponto em que, passados mais de um século de vida, perceberemos que não é mais desejável viver tanto tempo&quot;.
Isso é um previsão, ao meu ver, muito lúcida e palpável e que revela uma reviravolta em nossa compreensão ética, principalmente sobre assuntos como Eutanásia e assimilados. Achei genial. Talvez ainda viverei o suficiente para ver isso acontecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Resenha excelente, Lucas. Eu, que estava na palestra, pude entender melhor alguns pontos que não tinha ligado na hora, no riquíssimo pronunciamento do filósofo (em breve um post no meu blog sobre isso).</p>
<p>Só queria registrar um paralelo genial que captei na palestra, traçado pelo Renato de forma magistral e profética.<br />
Ele mencionou esse ponto do Concorde que vc disse, que me permito repetil-lo com minhas palavras: o homem, um dia, inventou o avião. Ele não passava de 80 Km/h. Uma viagem de Paris para o Egito demorava no mínimo 3 dias. Aos poucos essa velocidade foi aumentando e aumentando até que chegamos na barreira do som. Fez-se, então, o avião supersônico (Concorde) e em um certo momento percebeu-se que não era necessário viajar tão rápido; que não é preciso ir de Londres a Los Angeles em 3 horas, que posso fazer essa viagem em 15 horas. Não há necessidade de &#8220;tanto avanço&#8221;.<br />
O paralelo, em seguida, traçado pelo palestrante foi genial: a expectativa de vida do homem há alguns anos era de no máximo 40 a 50 anos. Ela só vem crescendo. Hoje, nossa expectativa de vida é de cerca de 70 anos. E isso tende a aumentar &#8211; assim como a velocidade dos aviões. &#8220;Chegará um momento&#8221;, completou Renato, &#8220;em que nossa expectativa de vida será tão grande que teremos de optar morrer. Chegará um ponto em que, passados mais de um século de vida, perceberemos que não é mais desejável viver tanto tempo&#8221;.<br />
Isso é um previsão, ao meu ver, muito lúcida e palpável e que revela uma reviravolta em nossa compreensão ética, principalmente sobre assuntos como Eutanásia e assimilados. Achei genial. Talvez ainda viverei o suficiente para ver isso acontecer.</p>
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