Somos Coniventes com a Violência

Neste mês, o jornalista Zuenir Ventura foi o convidado do Diálogos Contemporâneos a falar na Câmara Municipal de Campo Grande. Desta vez a exposição do tema foi mais curta e o tempo para o debate extendido, adequando melhor o evento ao nome que tem. Como de costume, seguem minha anotações:

  • Zuenir começa dizendo que a mídia costuma amplificar as coisas. ‘Meu nariz parece enorme na televisão’, exemplificou.
  • A violência é epidêmica.
  • O narcotráfico está presente em todas as grandes cidades do mundo. Porque então no Rio de Janeiro – ou memso no Brasil como um todo – ele gera um cenário bélico?
  • Por causa da promiscuidade da Polícia: o  que deveria gerar ordem promove a desordem.
  • Porém, não são apenas as corporações policiais que falham neste sentido, a corrupção é um vício próprio do brasileiro. Nós somos condescendentes com a transgressão, principalmente no trânsito. Confundimos o espaço público com o privado.

A elite da Publicidade sulmatogrossense não respeita a acessibilidade.

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  • ‘Cultura da Bandalha’ = presumimos sempre que o Outro é que está errado.
  • O trânsito produz mais violência que a própria criminalidade.
  • Não há relação automática da miséria como causa da violência.
  • Não se combate a violência com mais violência. É preciso pensar em novas abordagens.
  • Em uma cidade como Campo Grande em que a violência ainda é controlável, é preciso tomar medidas preventivas para se evitar a caotificação.

Falando nisso:

  1. Beleza Real
  2. Política Online

Sobre Kuca Moraes

Publicitário, fotógrafo, blogger, pós-graduando em Comunicação Digital pela USP e Consultor em Presença Online.
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1 comentário

  1. É, também acho que a violência é mais ampla, e que se faz presente no momento em que invadimos o direito do outro. É preciso vigilância constante sob pena de internalizarmos atitudes e posturas que nos levem ao caos.

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